martes, 9 de marzo de 2021

 

 A Golpes de Martelo de Nietzsche e o Pensar de Eduardo Agüero

 

Estamos vivendo um momento único. Tudo está se desmoronando, todos os conceitos estabelecidos, mesmo com toda tecnologia avançada estamos enfrentando um vírus com uma taxa de letalidade grande.

 E por que não conseguimos vencer ainda esta caminhada evolutiva do vírus? Talvez temos que combater o vírus biológico e o vírus da consciência coletiva.

No Brasil o vírus expos nossas feridas em carne viva!

A falta de políticas públicas destinadas ao bem estar da população, é evidente nesta Pandemia. Ficou exposto pouco o investimento na educação básica brasileira. Impedindo que o aluno pudesse participar das aulas on line. Verificamos que a desigualdade é enorme, e com isso estamos cada vez mais longe de integrarmos uma educação que atenda os padrões estabelecidos pela ONU. Na saúde pública não são direcionadas medidas adequadas para enfrentamento do avanço da epidemia nem ao tratamento.

A Política governamental não está direcionada a população, mostrando-se inadequada e ineficaz. Segundo um pensamento Nietzscheniano, “a golpes de martelo”, somente transvalorando os valores ela renasceria, pois os valores aos quais hoje a Política tanto de esquerda e da direita se fundamenta não atende os anseios da sociedade. Nietzsche por vezes se posiciona contra a democracia revelando a complexidade das questões políticas que ela está inserida e como os valores as quais ela está fundamentada divergem das questões sociais e econômicas da sociedade e convergem para interesses de poucos. Portanto tão atual, verificarmos que o “martelo de Nietzsche” bate querendo ou não para repensarmos em que mundo estamos vivendo e com certeza criamos este mundo a todo momento. Conforme o filosofo Eduardo Agüero a necessidade de “pensar” para podermos buscar a essência.

Tanto Nietzsche e Agüero em seus pensamentos revelam duas atitudes: a de destruir e a de construir.  A crítica dos valores vigentes e a proposta de uma nova concepção de mundo. Ao analisar seus projetos de transvalorar todos os valores, percebe que não basta substituir os antigos valores por outros, gerados a partir do mesmo “pensar” (Aguero, Eduardo), é necessário suprimir o mesmo pensar a partir do qual eles foram formulados, para então construir novos valores.



Professora de História Janine Vianna- Brasil

1 comentario:

  1. lo malo de todo esto, Janine, es que Bolsonaro, al igual que Trump, fue elegido democráticamente, desgraciadamente, la gente esta muy desilusionada de los partidos de izquierda y ya votan sin pensar lo que hacen. Se ha perdido completamente el pensamiento critico.

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